Eu não avisei, relativamente a esse espaço na rede, que caberiam também desmembramentos dos poemas experimentais, ou dos poemas que já sã os tais, aqui postados. Lamento, mas vez por outra resolvo escrever algum texto que presume ser instigação, uma espécie de convite articulado com argumentos que intentam estimular a leitura de obras de arte ou experiências aqui publicadas. Assim, devo dizer ainda que sou lento no exercício das leituras críticas dos trabalhos que leio. Ainda tenho que lembrar o óbvio: qualquer um pode comentar qualquer poema, desde que o autor libere a publicação do comentário (aqui a experiência campeia, pulula e tem seu fontanal libertário; sendo assim, se o experimentador resolver não querer retornos, leituras, recepções expressas em cruzamentos de conceitos, proposições e argumentos (uma das coisas que são chamadas “críticas”), ele impera: AQUI É O IMPÉRIO DO EXPERIMENTADOR, QUALQUER OUTRO É VASSÁLO E DEVE VASAR! A menos que comungue e se comunique acordado com o experimentador.

Eu disse tudo isso acima para prometer, em breve, uma leitura prazerosa que estou engendrand do texto do José César; experimentalmente e vivo em minha maneira de me dirigir a ele como Zé Cesar!

!SalveS! Rapazida!

Mais de 1 ano depois eu digo: Promessas! Promessas! Ôôhh! Promessas! Um dia cumpro!

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